22 Julho, 2006

 

agulhas & missangas

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25 Janeiro, 2006

 

Um Livro a Quarta III











Iaka - nome de estátua que n?o sendo personagem desempenha um papel de narrador alternativo e de parceiro mudo, de confidencias de Alexandre Semedo, patriarca da família, natural de Angola.





Foi no ano de 1995 que li o primeiro livro de Pepetela - IAKA. É este livro que hoje partilho com aqueles que como eu nunca conheceram a realidade das colónias portuguesas e com aqueles que viveram o período da descolonizaçao - todos vamos fazer uma viagem na nossa História.

E, enquanto pensava o que escrever para dar a conhecer este livro, li estas palavras de António Callado que descrevem de uma forma muito bonita este livro:

"A saga do dia-a-dia de um país atrasado se transformando em naçao, de angolanos pretos e brancos começando a construir aquela formosa e doce terra de Angola, ciosa de suas línguas nacionais, disposta a todos os sacrifícios para chegar ao futuro conservando suas múltiplas vozes, como um grande rio que recolhe e guarda em si a água viva dos afluentes".

21 Janeiro, 2006

 






"A amizade é a certeza de saber que nunca mais estaremos sozinhos."







Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra "amigo".

"Amigo" é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coraçao pronto a pulsar
Na nossa mao!

"Amigo" (recordam-se, voces aí,
Escrupulosos detritos?)
"Amigo" é o contrário de inimigo!

"Amigo" é o erro corrigido,
Nao o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada.

"Amigo" é a solidao derrotada!

"Amigo" é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
Amigo vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O`Neill

18 Janeiro, 2006

 

Um livro a quarta II

Para quem gosta de literatura de viagens e de aprender sobre uma cultura completamente difente da nossa, mas nem por isso ou tavez por isso, uma cultura fascinante.

"(...)esta é uma das poucas grandes histórias de viagens que o nosso tempo conheceu."


No início da Segunda Guerra Mundial, Heinrich Harrer, cidadao austríaco, alpinista famoso, foi capturado pelos ingleses durante uma expediçao aos Himalaias. Internado num campo de prisioneiros na Índia, conseguiu fugir e, viajando a pé em pleno Inverno, conseguiu chegar a Lassa, a cidade proibida do Tibete.
Aí permaneceu sete anos; aprendeu a língua e tornou-se um profundo conhecedor do Tibete e dos tibetanos. Amigo e perceptor do entao jovem Dailai Lama, acompanhou-o até a Índia aquando da invasao do Tibete pela China comunista.

Este livro, que é hoje um clássico relata-nos essa experiencia extraordinária de um homem que logrou penetrar no mais fundo da alma do Tibete e do seu povo.








Baseado em factos reais, este é um filme de grande qualidade a nao perder, depois de ler o livro.

Com Brad Pitt e David Thewlis

15 Janeiro, 2006

 

Mudam-se os tempos...

Nunca pensei falar de ou sobre política no meu blog, mas este texto de Eça de Queirós, escrito em 1867, retrata uma situaçao que me parece bastante actual.

13 Janeiro, 2006

 

13 de Janeiro...






"Parabéns a mim nesta data querida.... "


Pois é, hoje faço anos.
Há 37 anos atrás, as sete e pouco da manha, cheguei e a vida nunca mais foi a mesma- nao sei se para melhor ou para pior.

11 Janeiro, 2006

 

Um Livro a Quarta

" Ve mais longe a gaivota que voa mais alto."

Resolvi participar no desfio "Um livro a Quarta", porque os livros fazem parte de mim. Sem um livro, eu sou uma pessoa incompleta.

Sendo esta a primeira vez que participo no desafio, a minha escolha só poderia ser "Fernao Capelo Gaivota", de Richard Bach. Foi um livro que li na minha adolescencia, mas que me marcou para sempre. Foi amor a primeira vista, identifiquei-me logo com a personagem Fernao - também eu quero voar sempre mais alto e ver sempre cada vez mais longe.

Nem sempre consigo, mas nunca desisto!

"A maior parte das gaivotas nao se querem incomodar a aprender mais os rudimentos do voo, como ir da costa á comida e voltar. Para a maior parte das gaivotas, o que importa nao é saber voar, mas comer. Para esta gaivota, no entanto, o importante nao era comer mas voar."

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